O que Stephen Hawking nos ensinou sobre a saúde Por Beny Schmidt

 

 


Morreu ontem (14/03) um verdadeiro herói da espécie humana. Não apenas por ter sobrevivido por décadas com o corpo paralisado, mas por, este tempo todo, nunca ter deixado de criar e construir. Stephen Hawking é um exemplo para o mundo inteiro, principalmente para quem reclama da vida a todo instante.

Gostaria de fazer algumas considerações sobre ele e sobre alguns ensinamentos que ele nos deixou. Primeiramente, acredito, com toda certeza, que ele não era portador de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele tinha, sim, uma doença neurológica, mas diferente.

Com isso, deixo uma mensagem aos neurologistas que fazem diagnósticos muito apressados de ELA. Desta forma, vocês vêm fechando o prognóstico de muitas vidas, pois dizer para um paciente que ele morrerá em breve é o mesmo que matá-lo neste mesmo instante.

Na minha opinião, e com autoridade de ser um neurologista especialista em neuromuscular, acredito que as emoções, principalmente as relacionadas ao desprezo, a depressões profundas e à perda de familiares, podem apresentar um quadro clínico parecido não só com a ELA, como também com outras doenças neurológicas. 

Gostaria de aconselhar e instruir a neurologia brasileira, que, por sinal, é muito boa e que, na minha opinião, não deve quase nada à praticada no exterior, a considerar seus pacientes como seres humanos, praticando uma medicina humanista e dando valor a essas emoções que podem levar os indivíduos a adoecerem.

Todos os cientistas e pesquisadores do mundo, e todos aqueles que têm apreço pela ciência devem se levantar e aplaudir fortemente por alguns minutos este homem extraordinário chamado Stephen Hawking, que nunca mais será esquecido.


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