Como funciona nossa vida Parte 3 - Final

 

 

Na primeira parte descrevemos o sistema retículo endotelial, sobretudo ao nível dos capilares onde acontecem as trocas de moléculas. Na segunda parte mostramos que os seres vivos necessitam de energia contínua para manterem suas vidas, e essa força se origina nas reações que ocorrem entre o oxigênio inspirado e as moléculas preparadas pelo trato digestivo após a alimentação.

 

Do ponto de vista atômico, a menor partícula de matéria, o átomo, é formado por cargas positivas (prótons) que são neutralizadas pelos elétrons (cargas negativas) gerando os nêutrons (eletricamente neutros).

 

O átomo, em determinadas circunstâncias, pode ganhar ou perder elétrons transformando-se num íon. O íon que recebe elétrons fica negativo (ânion) e o que perde fica positivo (cátion). A oxidação significa perda de elétrons e a redução o ganho. Se uma substância se oxida a outra se reduz. É esse fenômeno que constitui a oxirredução biológica.

 

É no S.R.E. que se verificam esses fenômenos de oxirredução biológica fornecendo às células dos parênquimas os radicais necessários para suas funções específicas que também são oxirreduções auxiliadas pelas enzimas que catalisam as reações bioquímicas.

 

O alimento que é energia potencializada pode ser representado por um glicídio, lipídio ou protídio, os quais do ponto de vista bioquímico têm mais potencial de óxido-redução que os outros constituintes da cadeia: substrato + ser vivo → energia (equação da vida). Ora sendo mais reativo (negativo) ele será um doador de elétrons e de íons (elétron-doador). A diferença do potencial de ação do elétron-doador e do elétron receptor é muito elevada e inviabiliza a reação.

 

É justamente no S.R.E. através de uma cadeia complexa de sistemas de oxirredução com potenciais intermediários, intercalados aos respectivos parênquimas, que o sistema prossegue, produzindo energia regularmente originando a vida!

 

Ao organismo só interessa essa forma de energia chamada de energia vital. Ela fica entre o alimento ou substrato e o calor final que é eliminado.

 

Na próxima semana voltaremos a descrever os diferentes músculos lisos do nosso organismo.

 

Até lá, se Deus quiser!

 

Abraço.

Dr.Beny Schmidt

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