Lesões Musculares 1

 

Como escrevemos na semana passada ainda bem que existem os tendões: caso contrário as lesões musculares seriam indefinidamente mais freqüentes.

 

Os esportes têm suas origens na Grécia, 2500 anos antes de Cristo.  No mundo Romano, no século II a.C. começou a fazer sucesso como forma de viver com competição e lazer. Alastrou-se pelo mundo como um fenômeno cultural e de evolução do ser humano.

 

Portanto as lesões musculares existem há muito tempo, ou sempre existiram. A palavra lesão origina-se da palavra grega zkizon (esquisson), que significa rasgado. É essa a melhor palavra para conceituar academicamente a lesão muscular, ela significa ruptura de algumas fibras que se rompem como um rasgado de roupa num determinado músculo.

 

Ressalto a todos os jornalistas, fisioterapeutas e preparadores físicos que não há sentido nas palavras populares há tanto tempo empregadas como: estiramento e distensão muscular, essas palavras simplesmente não existem em patologia muscular. As fibras musculares não possuem fibras elásticas na sua composição morfológica, e, portanto, são incapazes de se distender e se alongar um milímetro sequer. Entenderemos isso melhor daqui a três semanas.

 

As lesões musculares podem ser de três tipos resumidamente: leve, moderada e grave. Nas lesões leves um pedaço ou múltiplos segmentos microscópicos de carne se rompem. Nas lesões moderadas o músculo costuma perder a sua função e o tempo de recuperação é muito maior. As lesões graves são graves, e podem tirar o jogador de futebol por um ano de atividade ou tornarem-se facilmente crônicas (rupturas múltiplas) se não forem tratadas adequadamente!

 

Volto na semana que vem se Deus quiser.

Abraço!

 

Dr. Beny Schmidt

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