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Na semana passada explicamos a formação dos agrupamentos de fibras de um mesmo tipo histoquímico (Type Grouping).

 

Após a lesão neurogênica um músculo pode conter mais fibras do tipo I ou do tipo II, porém essa alteração do mosaico não lhe confere vantagem de função....

 

Na semana passada definimos uma unidade motora e explicamos como a lesão neurológica abaixo do tronco cerebral ocasiona uma reinervação, a única maneira de ocorrer a transformação histoquímica entre fibras musculares.

        

Ao reine...

 

 

Na semana passada descrevemos o conceito de unidade motora: neurônio → nervo → nº de fibras musculares inervadas. Essas unidades dispõem-se na grande maioria dos 506 músculos esqueléticos anatomicamente descritos de maneira a formar um “mosaico”, que só pode ser obse...

 

Na semana passada descrevemos que os exercícios físicos, quer sejam aeróbicos ou anaeróbicos, não modificam os tipos histoquímicos das fibras musculares, que são exclusivamente determinados pelos neurônios localizados no corno anterior da medula. Portanto é a frequênc...

 

 

 

Na semana passada descrevemos algumas características das fibras musculares dos tipos I, II A e II B. Essa é a melhor classificação que possui conotação clínica. 

Alguns músculos são compostos exclusivamente por fibras do tipo I ou fibras tônicas. Os melhores exemp...

 

Os músculos esqueléticos dos mamíferos correspondem a 40 ou 50% do peso corporal. O maior componente do músculo por sua vez é a água, cerca de 80%!

 

Vimos anteriormente que a sua função é a contração, sobretudo para permitir a movimentação do esqueleto. Quando caminham...

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Programa Ciência Livre é destaque na capa do caderno 2, do Jornal o Estado de SP, de hoje (10.09.201...

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